10.13.2009

Ginkgo



Depois da ida ao teatro fui folhear o programa para debaixo das árvores do jardim do Príncipe Real e encontrei uma referência a este poema de Goethe, escrito em 1815, sobre a Ginkgo biloba. Não resisti a fazer um "search" e encontrei a imagem acima. O original está exposto no Goethe Museum em Düsseldorf, na Alemanha.

Curiosa com o que diria o poema, acabei por encontrar esta tradução que achei maravilhosa, por Paulo Quintela.
Ao lado vão as folhas de Ginkgo apanhadas no jardim, onde fui conversar comigo sobre o que tinha acabado de ver.


Ginkgo biloba

A folha desta árvore que de Leste
Ao meu jardim se veio afeiçoar,
Dá-nos um gosto de um sentido oculto
Capaz de um sábio edificar.

Será um ser vivo apenas
Em si mesmo em dois partido?
Serão dois que se elegeram
E nós julgamos num unidos?

P'ra responder às perguntas
Tenho o sentido real:
Não vês por meus cantos como
Sou uno e duplo, afinal?

10.11.2009

TEATRO

Aqui fica a recomendação.
Em cena no Teatro da Cornucópia está:

IFIGÉNIA NA TÁURIDA
de Goethe,
com recriação poética de Frederico Lourenço.
Não perder.

9.29.2009

CORK BLOCK SHELTER

Aqui estão as imagens da proposta feita pelo português David Mares, O CBS - Cork Block Shelter na final do "Shelter Competition", concurso promovido pelo museu Guggenheim e pelo Google sketch up. Vejam aqui e votem, porque o rapaz está nos finalistas de entre 600 concorrentes.

Já agora... há outras propostas muito boas! Vejam o Waste-Pickers shelter.

9.28.2009

cogumelos, acho eu.


A descoberta foi do ziul, durante um passeio na gulbenkian.

Alguém faz alguma ideia do que será?

9.14.2009

A Maria propôs.


9.13.2009

Para makuu

Infelizmente na nossa morada, há muito mais para partir do que um coração.

Telha


Esta foto foi tirada no Douro. Parece que eles pintam de branco as telhas por onde passam as vigas, para a malta saber onde pode pôr o pé. É bem pensado e dá uma bela imagem.